Dell Pro Max GB10: aparência despretensiosa, um supercomputador de IA por dentro.

Fiquei um tempo parado por aqui. Não por falta de assunto, mas porque queria voltar com algo que realmente mexesse com a forma como a gente pensa infraestrutura hoje. E foi exatamente isso que aconteceu quando tive acesso a um Dell Pro Max GB10 e sentei junto de dois amigos pra acompanhar um teste de perto.

Deixa eu começar pelo problema, como sempre gosto de fazer.

O jogo virou: você não contrata mais infra, você aluga tokens

Durante quinze anos a conta era simples. Você queria capacidade? Comprava servidor, dimensionava CPU, memória, storage. A dor era CAPEX. Hoje, quando uma empresa quer colocar IA pra dentro, a pergunta mudou. Ninguém pergunta “quantos núcleos eu preciso”. A pergunta virou “quantos tokens por mês eu vou queimar?”.

E aqui mora a armadilha. Token é o novo aluguel. É bonito no começo, você não compra nada, sobe uma API, paga pelo uso. Mas todo mundo que já passou por isso sabe: o modelo de “pague pelo uso” é maravilhoso até o uso virar rotina. Aí a fatura da OpenAI, da Anthropic ou do provedor da vez começa a subir de forma silenciosa e mensal, igual assinatura de streaming que você esqueceu de cancelar, só que com três zeros a mais.

Gosto de pensar que a IA repetiu o mesmo ciclo da nuvem: primeiro todo mundo migra encantado com o “sem servidor pra gerenciar”, e uns anos depois começa o movimento de trazer carga de volta pra casa porque a conta não fechou. Token é OPEX puro. E OPEX que cresce sem teto é dívida técnica disfarçada de conveniência.

É nesse ponto que o GB10 entra na conversa.

O que é o Dell Pro Max GB10 (e por que ele não é “só mais um mini PC”)

Por baixo do chassi: o NVIDIA GB10 Grace Blackwell Superchip.

Esqueça a aparência. Este tijolinho preto de aparência despretensiosa é, na prática, um supercomputador de IA de mesa. Por baixo do chassi ele carrega o NVIDIA GB10 Grace Blackwell Superchip, e os números fazem você repensar o que “desktop” significa:

  • CPU Grace de 20 núcleos Arm (10 Cortex-X925 + 10 Cortex-A725)
  • GPU Blackwell com 6.144 núcleos CUDA
  • Até 1 PetaFLOP (1.000 TFLOPS) de desempenho em FP4
  • 128 GB de memória unificada LPDDR5x CPU e GPU compartilhando o mesmo pool, sem cópia de dados de um lado pro outro
  • 273 GB/s de banda de memória
  • SSD Gen5 de 4 TB
  • NIC ConnectX-7 com par de portas QSFP para 200 Gbit de rede
  • Vem com o NVIDIA DGX OS já pronto, drivers, CUDA e frameworks (PyTorch, TensorFlow) pré-configurados

Conectividade: 4x USB-C 20Gbps, HDMI, 10GbE e o par de portas QSFP de 200 Gbit.

Traduzindo o número que mais importa: 128 GB de memória unificada é o que muda tudo. Numa GPU de jogo tradicional, você esbarra nos 12, 16, 24 GB de VRAM e o modelo simplesmente não cabe. Aqui, CPU e GPU bebem da mesma fonte de 128 GB. É por isso que esse aparelhinho aguenta modelos de até 200 bilhões de parâmetros rodando localmente, se você juntar duas unidades pelas portas QSFP, chega a modelos ainda maiores.

O teste: Llama de 8 bilhões de parâmetros, sem tocar na nuvem

72 GB de memória em uso, GPU cravada em 96%: o hardware sendo realmente exigido.

Foi aqui que a ficha caiu de vez.

Eu não fui o piloto dessa vez, acompanhei dois amigos entusiastas colocando a mão na massa: um DevOps (Jardel) e um Tech Leader (Douglas). E confesso que aprender vendo gente boa operar às vezes rende mais do que fazer sozinho. Eles subiram um Llama de 8 bilhões de parâmetros local, sem depender de nenhuma API externa, e colocaram pra trabalhar.

O painel conta a história sozinho: 72 GB de memória em uso, GPU cravada em 96%. Ou seja, o hardware estava sendo realmente exigido, e ainda sobrava folga na memória pra crescer.

Pare pra pensar no que isso representa na prática:

  • Zero tokens gastos. Cada inferência que roda ali é uma inferência que não apareceu na fatura da nuvem.
  • Zero dado saindo de casa. Prompt, documento, informação de cliente, nada trafega pra fora. Pra quem lida com LGPD, jurídico ou saúde, isso sozinho já justifica o investimento.
  • Latência previsível. Sem depender de fila de API, sem rate limit, sem “modelo indisponível no momento”.

Um Llama de 8B como esse dá conta com sobra de RAG, sumarização, extração de dados, chatbot interno, classificação, apoio a código. É exatamente o feijão com arroz da IA corporativa, e é justamente essa carga repetitiva e de alto volume que mais dói na conta de tokens quando roda na nuvem.

A conta que ninguém faz: CAPEX de uma vez contra OPEX pra sempre

Um aparelho desses custa, arredondando, algo na casa dos US$ 4 mil, uma vez. Compare com o que uma equipe de desenvolvimento ou um produto interno queima em tokens de API rodando dia e noite. Em muitos cenários que já vi, o equipamento se paga em meses, não em anos. Dali pra frente, cada inferência é praticamente de graça, você já pagou pelo hardware.

É a mesma lógica de sempre, só que aplicada a um mundo novo: infraestrutura própria é um custo que você amortiza; token de nuvem é uma torneira que nunca fecha. Não estou dizendo pra abandonar a nuvem, estou dizendo pra parar de usar a Ferrari da API premium pra buscar pão na padaria. A carga de trabalho pesada, sensível e repetitiva desce pra casa. A nuvem fica pro que é de fato eventual, gigante ou de fronteira.

Isso é FinOps aplicado à IA. E FinOps, no fim das contas, é só arquitetura com a calculadora na mão.

E não, isso não é brinquedo de mesa: já tem gente rackeando em datacenter

Esse foi o ponto que mais me surpreendeu na pesquisa.

Muita gente olha pra esse formato de “mini PC” e pensa em uso de mesa, de desenvolvedor. Mas as empresas já entenderam a jogada e estão colocando esses aparelhos dentro do datacenter. Como? Em gavetas (trays) específicas de rack. Já existem kits homologados de rackmount que acomodam duas unidades GB10 em pouco mais de 1U de um rack padrão de 19”, com as portas roteadas pra frente e tudo organizado, e esses kits suportam explicitamente o Dell Pro Max com GB10, além dos equivalentes de Acer, ASUS, GIGABYTE e Lenovo que usam o mesmo superchip.

Ou seja: o que começa como “um teste na mesa de dois amigos” vira, sem drama nenhum, uma fileira de nós de inferência empilhados no rack, cada um servindo seus modelos locais, interligados pelas portas QSFP de 200 Gbit. É um jeito completamente novo de montar capacidade de IA, modular, denso, energeticamente eficiente (o conjunto todo vive de uma fonte USB-C de ~280W) e, principalmente, sem uma fatura de tokens crescendo no fim do mês.

O que eu levo desse teste

O GB10 não vai substituir a nuvem, e nem é essa a proposta. O que ele faz é te devolver uma escolha que a IA-como-serviço tinha tirado da mesa: decidir o que roda dentro de casa e o que vale a pena alugar.

E essa escolha é, no fundo, uma decisão de arquitetura, não de hardware. Quem trata IA só como “assinar uma API” vai descobrir, lá na frente, que terceirizou junto o controle do próprio custo. Quem senta, dimensiona e decide onde cada carga deve viver, continua no comando.

Porque no fim, seja em virtualização, em nuvem ou em IA, o princípio não muda:

A tecnologia mudou o vilão da conta. Mas quem manda na conta continua sendo a arquitetura.


Ficou curioso pra saber se faz sentido trazer inferência pra dentro da sua operação? Me procure — adoro discutir esse tipo de conta.

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Como Instalar o Rancher no Rocky Linux 9 / AlmaLinux 9

O Rancher é uma plataforma de gerenciamento de containers em nível enterprise que centraliza a implantação, operação e governança de clusters Kubernetes. Ele fornece um plano de controle unificado para administrar ambientes Kubernetes on‑premises, edge e em nuvem, com forte ênfase em segurança, RBAC e gerenciamento do ciclo de vida.

Neste guia, você aprenderá a instalar o Rancher utilizando Docker no Rocky Linux 9 ou AlmaLinux 9, seguindo uma abordagem limpa e orientada a boas práticas, adequada para laboratórios, PoCs e ambientes de pequeno e médio porte.


Pré-requisitos

Antes de iniciar, garanta que os seguintes requisitos sejam atendidos:

  • Instalação limpa do Rocky Linux 9 ou AlmaLinux 9
  • Mínimo de 2 vCPUs e 4 GB de RAM (8 GB recomendados para produção)
  • Usuário com privilégios de sudo
  • Conectividade estável com a internet
  • Liberação das portas 80 e 443 no firewall

Este laboratório foi executado em um ambiente VMware vSphere Standalone, utilizando AlmaLinux 9 e o usuário root.


Etapa 1: Atualizar o Sistema Operacional

Inicie atualizando todos os pacotes do sistema para as versões mais recentes:

sudo dnf update -y

Após a conclusão da atualização, reinicie o sistema:

sudo reboot

Etapa 2: Instalar o Docker Engine

O Rancher utiliza o Docker como runtime de containers. Por padrão, o Rocky Linux 9 e o AlmaLinux 9 vêm com Podman, que deve ser removido para evitar conflitos.

Remover Podman e Buildah

sudo dnf remove -y podman buildah

Adicionar o Repositório do Docker

sudo dnf config-manager --add-repo https://download.docker.com/linux/centos/docker-ce.repo

Instalar o Docker

sudo dnf install -y docker-ce docker-ce-cli containerd.io

Conceder Permissão ao Usuário Local

sudo usermod -aG docker $USER

newgrp docker

Etapa 3: Iniciar e Habilitar o Docker

Habilite o Docker para iniciar automaticamente com o sistema e inicie o serviço:

sudo systemctl enable docker --now

Verifique o status do serviço:

systemctl status docker

Etapa 4: Carregar Módulos de Kernel Necessários

Certifique-se de que os módulos de kernel necessários para rede e iptables estejam carregados:

sudo modprobe ip_tables

sudo modprobe ip_conntrack

sudo modprobe iptable_filter

sudo modprobe ipt_state

Esses módulos são essenciais para o funcionamento da rede do Kubernetes e dos componentes internos do Rancher.


Etapa 5: Implantar o Rancher com Docker

Execute o comando abaixo para iniciar o container do Rancher:

sudo docker run -d \

--name rancher \

--privileged \

--restart=unless-stopped \

-p80:80 \

-p443:443 \

rancher/rancher:latest

O que esse comando faz

  • Executa o Rancher em modo privilegiado
  • Mapeia as portas 80 e 443 do host
  • Garante reinício automático do container
  • Baixa a versão mais recente da imagem do Rancher

Verifique se o container está em execução:

docker ps

Caso necessário, consulte os logs:

docker logs rancher

Etapa 6: Configurar o Firewall

Se o firewalld estiver ativo, libere as portas HTTP e HTTPS:

sudo firewall-cmd --add-service=http --permanent

sudo firewall-cmd --add-service=https --permanent

sudo firewall-cmd --reload

Etapa 7: Acessar a Interface Web do Rancher

Abra o navegador e acesse o Rancher utilizando o IP do servidor:

Aceite o aviso de segurança do navegador (certificado autoassinado).

Obter a Senha Inicial (Bootstrap)

docker logs rancher 2>&1 | grep"Bootstrap Password"

Copie a senha exibida e utilize a opção Log in with Local User.

Em seguida, você deverá:

  • Definir uma nova senha de administrador
  • Aceitar o Contrato de Licença do Usuário Final (EULA)

Após concluir essas etapas, você será redirecionado para o dashboard do Rancher.


Validação Final

Com o Rancher operacional, você já pode:

  • Criar ou importar clusters Kubernetes
  • Aplicar políticas de segurança e RBAC
  • Gerenciar workloads, namespaces e projetos
  • Integrar monitoramento e logging

Conclusão

Você instalou com sucesso o Rancher no Rocky Linux 9 ou AlmaLinux 9. Essa implementação fornece uma base sólida para gerenciamento centralizado de Kubernetes, com governança e escalabilidade em nível corporativo.

O Rancher é um componente estratégico para organizações que adotam containers e Kubernetes em escala. Explore recursos avançados como multi‑cluster management, Fleet, automação e hardening de segurança para extrair o máximo valor da sua plataforma.

Para mais conteúdos sobre infraestrutura, cloud e datacenter, acompanhe o Techpoli.

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Por trás do Pandora — O cluster que não dorme

O Cluster Pandora nasceu dentro da Unifique Cloud com um propósito ousado: garantir que a gestão e os serviços críticos do ambiente permaneçam operacionais mesmo diante de falhas severas de storage, rede ou virtualização.

Mais do que um cluster de gerenciamento, o Pandora é um núcleo autônomo e distribuído de controle e orquestração, construído para operar de forma independente e manter a Unifique Cloud sob controle — mesmo quando o resto do ambiente para.


O Desafio

Em uma infraestrutura moderna, quase tudo depende da camada de gerenciamento.
Mas o time da Unifique Cloud percebeu um ponto cego:

“E se o próprio ambiente de controle cair junto com o restante da infraestrutura?”

A resposta foi criar um cluster isolado, resiliente e autossustentável, espalhado por locais físicos diferentes da infraestrutura principal, garantindo continuidade operacional e independência total.
Assim nasceu o Projeto Pandora — o cluster que não dorme.


A Arquitetura

O Pandora foi projetado sobre processadores AMD EPYC, que entregam alta densidade de núcleos, performance térmica eficiente e confiabilidade sob carga constante.
Seu armazenamento é 100% baseado em discos NVMe, garantindo latência ultrabaixa e throughput máximo, mesmo em cenários de operações simultâneas de backup, replicação e orquestração.

Cada host está conectado a todos os Top of Rack (ToR) do datacenter, com uplinks redundantes e um canal WAN exclusivo, permitindo acesso remoto e gestão plena mesmo em situações de isolamento da rede interna.
Além disso, o cluster é geograficamente distribuído, aumentando ainda mais sua tolerância a falhas físicas e elétricas.

O armazenamento roda sobre VMware vSAN configurado em RAID1, assegurando espelhamento de dados entre hosts.
E, indo além da replicação, os serviços foram intencionalmente distribuídos entre o vSAN e storages dedicadas — exemplo: quatro controladores de domínio (AD), sendo dois no vSAN e dois em storage independente.
Mesmo em uma falha total de um dos sistemas de armazenamento, os serviços de autenticação e diretório seguem em operação.


Serviços Críticos Hospedados

O Pandora é o ponto de sustentação da Unifique Cloud, abrigando não só a camada de gerenciamento, mas também serviços de produção utilizados por clientes.

Dentro dele rodam:

  • vCenter, VMware Cloud e NSX Manager – o coração da virtualização e SDN.
  • Veeam Backup & Replication – Backup Server incluindo o serviço de Cloud Connect entregue aos clientes Unifique.
  • Active Directory e PAM – autenticação, segurança e controle de privilégios.
  • Kubernetes Cluster e Load Balancer – orquestração e entrega de microsserviços internos.
  • Soluções de monitoramento da Cloud – visibilidade completa da operação.
  • Portais e dashboards das nuvens – interface de gestão e provisionamento.
  • Sistemas de inventário, como o NextBox – controle de ativos e topologia.

Com esse desenho, o Pandora garante que, mesmo durante falhas severas em storages, leafs, spines ou clusters VMware, a gestão, o monitoramento e os serviços críticos continuem operando de forma independente.

O Pandora é um ambiente construído para não ser usado — como um seguro de carro: você espera nunca precisar, mas dorme tranquilo sabendo que está protegido.

Ele existe para garantir que, em um cenário de contingência total, a Unifique nunca fique no escuro.
Mesmo que o ambiente principal sofra interrupções graves, o Pandora mantém viva a inteligência e o comando da operação.


Resiliência Total

O projeto foi desenhado para resistir a falhas múltiplas e simultâneas:

  • Falha de storage? Aplicações redundantes continuam disponíveis.
  • Perda de leaf ou spine? Conectividade mantida pelos ToRs ativos.
  • Clusters VMware fora do ar? O Pandora segue orquestrando o ambiente e coordenando a recuperação.

Os backups seguem a política 3-2-1, armazenados em storage dedicada e replicados para appliance S3 imutável, protegendo contra falhas físicas, humanas e lógicas.


Resultado

O Cluster Pandora consolidou-se como o núcleo de resiliência e governança distribuída da Unifique Cloud.
Mais do que um projeto técnico, ele representa uma filosofia de engenharia:

Alta disponibilidade não é um recurso. É uma mentalidade.

E quando o inesperado acontece, o Pandora está lá — garantindo que a Unifique siga no comando.

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Instalando Docker CE no CentOS 8 / RHEL 8

Olá amigos, tudo certo?

Estou sumido a quase 7 meses depois de iniciar em meu novo emprego em um Datacenter 🙂

Vamos falar um pouco sobre Container e como instalar o Docker CE no CentOS 8 e RHEL 8 .

Oque na minha opinião foi um erro é que nas ultimas versões de ambas distribuições o pacote do docker foi removido de seus repositórios padrão. Detalhe, foi trocado pelo podam e buildah.

O Docker está disponível em duas versões.

  • Docker CE (Community Edition)
  • Enterprise Edition (EE)

Requisitos de sistema para o Docker CE

  • CentOS minimo 8 / RHEL 8
  • Privilegios sudo ou root
  • Conexao com internet

Vamos iniciar o processo de instalação.

Etapa 1: Habilitar o Repositório do Docker CE

Execute o comando dnf para ativar o repositório de pacotes Docker CE.

dnf config-manager --add-repo=https://download.docker.com/linux/centos/docker-ce.repo

Etapa 2: Instalar Docker CE com comando DNF

Depois que o repositório do Docker CE tiver sido configurado com êxito, execute o seguinte comando para verificar qual versão do docker está disponível para instalação:

dnf list docker-ce

Agora, use o comando abaixo dnf para instalar a versão mais recente do docker:

dnf install docker-ce --nobest -y

Após a instalação do docker, inicie e ative seu serviço usando os seguintes comandos systemctl:

systemctl start docker
systemctl enable docker

Execute o comando abaixo para verificar a versão do docker instalado:

docker --version

Sucesso amigos, assim vocês já estão com o Docker instalado em um servidor para começar a brincar com o Docker.

Nos próximos posts devemos ver como criar um cluster com Swarm.

Qualquer duvida só avisar.

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